quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Do feijão verde ao arroz basmati.

Lição n.º 1 sobre os artistas em Paris: se se dizem artistas e organizam uma "scène ouverte" por semana, com direito a jantar comunitário, não são artistas. São pessoas com mau aspecto, que lembram os punks dos cães que pedem dinheiro na Morais Soares, que fumam ganzas incrivelmente mal cheirosas e que pasmam diante de um tipo a brincar com um diablo.

O que fazer, então? Voltar costas ao feijão verde pouco apetitoso e ir embora, rezando para não ter apanhado pulgas no sofá da garagem que serve de sala de convívio. (Estou a ser preconceituosa? Talvez. Mas vejam aquilo e depois falem comigo...)

Para compensar, jantei muito bem, num restaurantezinho muito agradável e com uma excelente companhia. Claro, o melhor disso tudo foi ser servida por um homem que podia muito bem participar neste clip:



De camisa verde-menta, a servir bebidas da mesma cor, a falar com aquele francês altamente (não) charmoso... e eu com uma vontade incontrolável de tossir e rir e fazer asneiras. O arroz basmati é o príncipe dos arrozes, mas aquele empregado era o príncipe dos homens pequeninos e ridículos que cabem numa arca congeladora!

[Obrigada por me teres acompanhado nas parvoíces.]

2 comentários:

Marta da Cunha e Castro disse...

Não gozes com o homenzinho... sabes lá se ele não se torna no homem da tua vida?! Eeheheh =P

lua de inverno disse...

ermmm sei. lol acredita que sei. :P

bisous*